Estimad@s Irmãs, Irmãos, amig@s e simpatizantes
do Carisma e da Família Franciscana
PAZ E BEM!
A Equipe de Coordenação da FFB-RS vem convidar você, suas Irmãs e seus Irmãos e amig@as para o
RETIRO MENSAL DA FAMÍLIA FRANCISCANA DO RS
a realizar-se domingo, dia 26 de Maio de 2013
TEMA: “Santa Clara e a Eucaristia”
ASSESSORIA: Frei Aldir Crocolli
Local: Centro de Espiritualidade Franciscana
Convento São Lourenço de Brindisi
Rua Paulino Chaves, 291
Bairro Santo Antônio – Porto Alegre – RS
Fone: 51-3223.2800
Obs.: Todos os Retiros iniciam as 8hs e encerram com a Santa Missa às 11 horas.
Não há necessidade de inscrição anterior.
Almoço a combinar com a recepção do Convento São Lourenço de Brindisi.
Sejam tod@s bem-vind@s!!!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A BÊNÇÃO DE JESUS
Tradução: Antonio Manuel Álvarez Pérez
São os últimos momentos de Jesus com os Seus. Em seguida os deixará para entrar definitivamente no mistério do Pai. Já não os poderá acompanhar pelos caminhos do mundo como o fez na Galileia. A Sua presença não poderá ser substituída por ninguém.
Jesus só quer que chegue a todos os povos o anúncio do perdão e da misericórdia de Deus. Que todos escutem o Seu apelo à conversão. Ninguém deverá se sentir perdido. Ninguém pode viver sem esperança. Todos deverão saber que Deus compreende e ama os Seus filhos e filhas, sem fim. Quem poderá anunciar esta Boa Nova?
Segundo o relato de Lucas, Jesus não pensa em sacerdotes nem bispos. Tampouco em doutores ou teólogos. Quer deixar na terra “testemunhas”. Isto é o primeiro aspecto: “vós sois testemunhas destas coisas”. Serão testemunhas de Jesus os que comunicarem a sua experiência de um Deus bom e contagiarem os outros com o seu estilo de vida, trabalhando por um mundo mais humano.
Mas Jesus conhece bem os Seus discípulos. São frágeis e covardes. Onde encontrarão a audácia para serem testemunhas de alguém que foi crucificado pelo representante do Império e pelos dirigentes do Templo? Jesus tranquiliza-os: “Eu vos enviarei Aquele que o Meu Pai prometeu”. Não lhes vai faltar a “força do alto”. O Espírito de Deus os defenderá.
Para expressar graficamente o desejo de Jesus, o evangelista Lucas descreve a Sua partida deste mundo de forma surpreendente: Jesus volta ao Pai levantando as Suas mãos e abençoando os Seus discípulos. É o Seu último gesto. Jesus entra no mistério insondável de Deus e sobre o mundo faz descer a Sua bênção.
Nós, os cristãos, esquecemos que somos portadores da bênção de Jesus. A nossa primeira tarefa é ser testemunha da Bondade de Deus. Manter viva a esperança. Não nos rendermos ante o mal. Este mundo que parece um “inferno maldito” não está perdido. Deus nos olha com ternura e compaixão.
Também hoje é possível procurar o bem, fazer o bem, difundir o bem. É possível trabalhar por um mundo mais humano e um estilo de vida mais sadio. Podemos ser mais solidários e menos egoístas. Mais austeros e menos escravos do dinheiro. A mesma crise económica pode empurrar-nos para procurar uma sociedade menos corrupta.
Na Igreja de Jesus esquecsmoz que o primeiro passo é promover uma “pastoral da bondade”. Temos de nos sentir testemunhas e profetas desse Jesus que passou a Sua vida semeando gestos e palavras de bondade. Assim despertou nas pessoas da Galileia a esperança de um Deus Salvador. Jesus é uma bênção e as pessoas precisam conhecê-lo.
domingo, 22 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
REFLEXÃO
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter
uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , •visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
Luis Fernando Veríssimo É cronista e escritor brasileiro
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Reunião da Coordenação e equipe de reflexão da Vida Religiosa Inserida e Solidária
Este Grupo a mais tempo vem se reunindo de dois e dois meses para refletir temas relacionado a profecia e missionariedade da vida religiosa Inserida e Solidária do Rio Grande do Sul, assim como organiza duas atividade anuais: Um no primeiro semestre direcionado a Espiritualidade da vida Religiosa e um no segundo semestre direcionado a vida Profética e Missionário dos religiosos(as) que estão inseridos nos meios populares. Nesta Reunião o grupo também planejou o proximo seminári0 que será em agosto deste ano.
A todos os religiosos(as) fica o convite para participar deste seminário que será de 10 a 12 de agosto de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Meu Canto
Correr riscos? Aventurar-se?
Sinto, porém, que em mim, bate bem forte a vida.
Experimento o desafio cotidiano da montanha que precisa ser escalada,
da dificuldade que precisa ser superada,
e também do perigo, para que eu não me deixe vencer antes de tentar a luta.
Sinto o amor arder poderoso em mim,
Impulsionando-me a me aproximar e compartilhar,
A reconhecer meus irmãos e minhas irmãs,
Ajuda-me a sair dos meus fechamentos,
A derrotar a escravidão,
A descobrir a novidade que se encerra na vida de cada dia.
Quero conquistar meu tempo e construir minha liberdade.
Sou um aventureiro, aventureira da esperança.
Sou peregrino, peregrina da alegria.
Sou um trovador, trovadora da justiça.
Meu canto é um compromisso
E meu beijo é uma saudação emocionada ao Deus que sorri para mim!
(Miguel Ortega)
Abandonar as seguranças?
Tudo me convida hoje a permanecer tranqüilo.
A calefação convida-me a não sair do frio.
Os programas de televisão convidam-me a ficar sentado longas horas.
Minhas comodidades, meus pensamentos, minha solidão e meu futuro não me permitem sonhar, nem cortar as amarras.
da dificuldade que precisa ser superada,
e também do perigo, para que eu não me deixe vencer antes de tentar a luta.
Sinto o amor arder poderoso em mim,
Impulsionando-me a me aproximar e compartilhar,
A reconhecer meus irmãos e minhas irmãs,
e a doar minhas forças,
A fim de edificar um mundo justo.
Não posso permanecer passivo e resignado.
Não posso viver sem querer arriscar.
Por isso, amigo, amiga, segura a minha mão
Para percorrermos juntos o caminho inteiro.
A derrotar a escravidão,
A descobrir a novidade que se encerra na vida de cada dia.
Quero conquistar meu tempo e construir minha liberdade.
Sou um aventureiro, aventureira da esperança.
Sou peregrino, peregrina da alegria.
Sou um trovador, trovadora da justiça.
Meu canto é um compromisso
E meu beijo é uma saudação emocionada ao Deus que sorri para mim!
(Miguel Ortega)
sexta-feira, 30 de março de 2012
Clara de Assis: a coragem de uma mulher apaixonada
Há 800 anos, na noite de 19 de março de 1221, dia seguinte à festa de Domingos de Ramos, Clara de Assis, toda adornada, fugiu de casa para unir-se ao grupo de Francisco de Assis na capelinha da Porciúncula que ainda hoje existe. As Clarissas do mundo inteiro e toda a Família Franciscana, celebram esta data que significa a fundação da Ordem de Santa Clara espalhada pelo mundo inteiro.
Clara junto com Francisco - nunca devemos separá-los, pois se haviam prometido, em seu puro amor, que "nunca mais se separariam” segundo a bela legenda época - representa uma das figuras mais luminosas da Cristandade. É bom lembrá-la neste mês de março, dedicado às mulheres. Por causa dela, há milhões de Claras e Maria Claras no mundo inteiro. Ela, de família nobre de Assis, dos Favarone, e ele, filho de um rico e afluente mercador de tecidos, dos Bernardone.
Com 16 anos de idade quis conhecer o então já famoso Francisco com cerca de 30 anos. Bona, sua amiga íntima conta, sob juramento nas atas de canonização, que entre 1210 e 1212, Clara "foi muitas vezes conversar com Francisco, secretamente, para não ser vista pelos parentes e para evitar maledicências”. Destes dois anos de encontro nasceu grande fascínio um pelo outro. Como comenta um de seus melhores pesquisadores, o suíço Anton Rotzetter em seu livro Clara de Assis: a primeira mulher franciscana (Vozes 1994): "neles irrompeu o Eros no seu sentido mais próprio e profundo, pois sem o Eros nada existe que tenha valor, nem ciência, nem arte, nem religião, Eros que é a fascinação que impele o ser humano para o outro e que o liberta da prisão de si mesmo”(p. 63). Esse Eros fez com que ambos se amassem e se cuidassem mutuamente, mas numa transfiguração espiritual que impediu que se fechassem sobre si mesmos. Francisco afetuosamente a chamava de a "minha Plantinha”.
Três paixões cultivaram juntos ao longo de toda vida: a paixão pelo Jesus pobre, a paixão pelos pobres e a paixão um pelo outro. Mas nesta ordem. Combinaram então a fuga de Clara para unir-se ao seu grupo que queria viver o evangelho puro e simples.
A cena não tem nada a perder em criatividade, ousadia e beleza, das melhores cenas de amor dos grandes romances ou filmes. Como poderia uma jovem rica e bela fugir de casa para se unir a um grupo parecido com aos "hippies” de hoje? Pois assim devemos representar o movimento inicial de Francisco. Era um grupo de jovens ricos, vivendo em festas e serenatas que resolveram fazer uma opção de total despojamento e rigorosa pobreza nos passos de Jesus pobre. Não queriam fazer caridade para pobres, mas viver com eles e como eles. E o fizeram num espírito de grande jovialidade, sem sequer criticar a opulenta Igreja dos Papas.
Na noite do dia de 19 de março, Clara, escondida, fugiu de casa e chegou à Porciúncula. Entre luzes bruxoleantes, Francisco e os companheiros a receberam festivamente. E em sinal de sua incorporação ao grupo, Francisco lhe cortou os belos cabelos louros. Em seguida, Clara foi vestida com as roupas dos pobres, não tingidas, mais um saco que um vestido. Depois da alegria e das muitas orações foi levada para dormir no convento das beneditinas a 4 km de Assis. 16 dias após, sua irmã mais nova, Inês, também fugiu e se uniu à irmã. A família Favarone tentou, até com violência, retirar as filhas. Mas Clara se agarrou às toalhas do altar, mostrou a cabeça raspada e impediu que a levassem. O mesmo destemor mostrou quando o Papa Inocêncio III não quis aprovar o voto de pobreza absoluta. Lutou tanto até que o Papa enfim consentisse. Assim nasceu a Ordem das Clarissas.
Seu corpo intacto depois de 800 anos comprova, uma vez mais, que o amor é mais forte que a morte.Leonardo Boff
Clara junto com Francisco - nunca devemos separá-los, pois se haviam prometido, em seu puro amor, que "nunca mais se separariam” segundo a bela legenda época - representa uma das figuras mais luminosas da Cristandade. É bom lembrá-la neste mês de março, dedicado às mulheres. Por causa dela, há milhões de Claras e Maria Claras no mundo inteiro. Ela, de família nobre de Assis, dos Favarone, e ele, filho de um rico e afluente mercador de tecidos, dos Bernardone.
Com 16 anos de idade quis conhecer o então já famoso Francisco com cerca de 30 anos. Bona, sua amiga íntima conta, sob juramento nas atas de canonização, que entre 1210 e 1212, Clara "foi muitas vezes conversar com Francisco, secretamente, para não ser vista pelos parentes e para evitar maledicências”. Destes dois anos de encontro nasceu grande fascínio um pelo outro. Como comenta um de seus melhores pesquisadores, o suíço Anton Rotzetter em seu livro Clara de Assis: a primeira mulher franciscana (Vozes 1994): "neles irrompeu o Eros no seu sentido mais próprio e profundo, pois sem o Eros nada existe que tenha valor, nem ciência, nem arte, nem religião, Eros que é a fascinação que impele o ser humano para o outro e que o liberta da prisão de si mesmo”(p. 63). Esse Eros fez com que ambos se amassem e se cuidassem mutuamente, mas numa transfiguração espiritual que impediu que se fechassem sobre si mesmos. Francisco afetuosamente a chamava de a "minha Plantinha”.
Três paixões cultivaram juntos ao longo de toda vida: a paixão pelo Jesus pobre, a paixão pelos pobres e a paixão um pelo outro. Mas nesta ordem. Combinaram então a fuga de Clara para unir-se ao seu grupo que queria viver o evangelho puro e simples.
A cena não tem nada a perder em criatividade, ousadia e beleza, das melhores cenas de amor dos grandes romances ou filmes. Como poderia uma jovem rica e bela fugir de casa para se unir a um grupo parecido com aos "hippies” de hoje? Pois assim devemos representar o movimento inicial de Francisco. Era um grupo de jovens ricos, vivendo em festas e serenatas que resolveram fazer uma opção de total despojamento e rigorosa pobreza nos passos de Jesus pobre. Não queriam fazer caridade para pobres, mas viver com eles e como eles. E o fizeram num espírito de grande jovialidade, sem sequer criticar a opulenta Igreja dos Papas.
Na noite do dia de 19 de março, Clara, escondida, fugiu de casa e chegou à Porciúncula. Entre luzes bruxoleantes, Francisco e os companheiros a receberam festivamente. E em sinal de sua incorporação ao grupo, Francisco lhe cortou os belos cabelos louros. Em seguida, Clara foi vestida com as roupas dos pobres, não tingidas, mais um saco que um vestido. Depois da alegria e das muitas orações foi levada para dormir no convento das beneditinas a 4 km de Assis. 16 dias após, sua irmã mais nova, Inês, também fugiu e se uniu à irmã. A família Favarone tentou, até com violência, retirar as filhas. Mas Clara se agarrou às toalhas do altar, mostrou a cabeça raspada e impediu que a levassem. O mesmo destemor mostrou quando o Papa Inocêncio III não quis aprovar o voto de pobreza absoluta. Lutou tanto até que o Papa enfim consentisse. Assim nasceu a Ordem das Clarissas.
Seu corpo intacto depois de 800 anos comprova, uma vez mais, que o amor é mais forte que a morte.Leonardo Boff




